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Profissão Promissora: Especialista em Apresentações Corporativas

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Navegava descompromissadamente pelo Facebook, aqui e acolá buscando algum conteúdo que valesse o clique, mas não havia muito mais do que a onda de memes que domina timelines por aí. Então algo me chamou a atenção. Era uma publicação com o título “Carreira promissora em 2012: especialista em apresentações corporativas”. No fim, acabei chegando a […]

18_ProfissaoPromissoraNavegava descompromissadamente pelo Facebook, aqui e acolá buscando algum conteúdo que valesse o clique, mas não havia muito mais do que a onda de memes que domina timelines por aí. Então algo me chamou a atenção. Era uma publicação com o título “Carreira promissora em 2012: especialista em apresentações corporativas”. No fim, acabei chegando a uma reportagem do G1, da qual eu até já tinha visto a chamada, “Veja carreiras que estão em alta no mercado”, mas não tinha dado muita bola por achar que veria áreas ligadas à construção civil, línguas e turismo em mais uma daquelas matérias falando sobre o aquecimento econômico por conta da Copa do Mundo e das Olimpíadas. Mas, para minha surpresa, o tal “especialista em apresentações” aparecia na listagem. E então me perguntei, “por quê?”. Eu, que atuo no mercado, sei que isso é uma verdade, que a demanda é cada vez maior, mas agora vejo que o fato alcançou uma esfera maior. Segundo a reportagem, “as apresentações de empresas e de projetos estão ganhando importância para a divulgação de produtos ou serviços”. E ponto. A matéria não se estende nas razões pelas quais essas profissões têm ganhado destaque, mas posso pensar em algumas, neste caso. Aliás, melhor, vamos pensar juntos sobre isso?

Pensemos na função de uma apresentação. Muitas vezes, é ela que vai definir o futuro do seu produto, empresa ou ideia. É o momento final antes de uma grande venda, a assinatura de um contrato ou a garantia de investimento que sua start-up precisa. E o que a maioria das pessoas e empresas fazem? Investem anos em pesquisa e desenvolvimento de um produto, milhões em campanhas publicitárias, mas reservam poucos dias (quando não horas) para estas apresentações e praticamente zero investimento. Vamos pensar também em algo que a publicidade percebeu faz algum tempo, mas na comunicação corporativa isso não parece tão claro: a comunicação é um processo de duas vias, onde geralmente o receptor só vai prestar atenção na mensagem do emissor se ela lhe disser respeito. O sabão em pó, que antes era o que limpava mais branco, agora é o que te dá liberdade para aproveitar as coisas boas da vida, sem se preocupar com a sujeira.

Algo errado nestas cenas? Seria a reportagem citada uma prova de que o mercado está percebendo e reagindo? Acredito e espero que sim, pois é disso que se tratam as boas apresentações, investimento de tempo e dedicação para trazer algum benefício que seja relevante para o público. Mas como, no meio daquele monte de conteúdo disponível, encontrar esta informação? Mais, como arrumar tempo para se colocar no lugar de quem vai estar lá para te ouvir e entender isso? Afinal, quem faz apresentações dentro das empresas não são os tais especialistas citados na matéria, são profissionais responsáveis por outros afazeres. E é aí que estes primeiros possivelmente têm ganhado importância.

Como comentei antes, apresentações são poderosas armas de comunicação, só que, ao contrário da publicidade, por exemplo, onde um anúncio é exibido na TV diversas vezes e tem a repetição ao seu favor, estas costumam ter apenas um tiro. Errar o alvo significa perder uma grande chance. E é para esta realidade que o mercado está cada vez mais acordando, dando lugar para o surgimento destes profissionais, ou empresas, especialistas em desenvolver apresentações.

Humanize as
apresentações, as
relações e o aprendizado
na sua empresa.

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